O influenciador digital e fisiculturista Gabriel Ganley morreu aos 22 anos. A morte do atleta foi confirmada neste sábado (23) pela Integralmédica, empresa de suplementos que patrocinava o jovem. Até o momento, a causa da morte não foi informada.
Em publicação nas redes sociais, a empresa lamentou a morte do jovem, natural do Rio de Janeiro, e ressaltou a trajetória construída por ele no universo fitness, além do carinho conquistado entre fãs, amigos e colegas do esporte.
“Hoje a dor fala mais alto. Com muita tristeza, nos despedimos do nosso eterno bbzinho, que viveu intensamente e com quem compartilhamos momentos históricos e inesquecíveis na família Integralmédica”, publicou a marca.
Na publicação feita pela empresa, amigos, fãs e atletas deixaram mensagens de despedida e homenagens ao influenciador.
Gabriel Ganley acumulava cerca de 1,7 milhão de seguidores nas redes sociais, onde compartilhava conteúdos sobre rotina de treinos, preparação física e bastidores do fisiculturismo.
O exemplo que inspira no fisiculturismo
O termo “fisiculturismo” registrou aumento nas buscas entre os dias 10 e 13 de outubro, impulsionado pela realização do Mr. Olympia, principal competição da modalidade, realizada em Las Vegas, nos Estados Unidos.
Na edição deste ano, o brasileiro Ramon Dino, conhecido como “Dinossauro Acreano”, conquistou o título da categoria Classic Physique e se tornou o primeiro atleta do Brasil a vencer o torneio.
No fim de semana seguinte, a Bahia também ganhou destaque no cenário nacional do fisiculturismo. Natural de Brejões, no Vale do Jiquiriçá, Rodrigo “Pantera” conquistou o título do Mr. Olympia Brasil, na categoria Classic Physique.
Sem patrocínios ou contratos de apoio, o atleta deixou o trabalho como feirante para se dedicar ao fisiculturismo e à produção de conteúdo digital. Nas redes sociais, Pantera acumula quase seis milhões de seguidores no TikTok, onde compartilha a rotina de treinos, alimentação e preparação física.
Além dos exemplos de campeões, Robson Júnior também destacou outro fisiculturista baiano que se tornou fonte de inspiração para ele no esporte: Ramon Bahia. Segundo Robson, o atleta esteve presente nos seus primeiros passos na modalidade e foi um dos responsáveis por incentivá-lo a seguir no fisiculturismo.
“Foi um cara que estudou comigo, Ramon Bahia. Hoje ele é atleta e eu já acompanhava o trabalho dele. Ele sempre me incentivava a treinar, então fui acompanhando cada vez mais de perto, assistindo aos campeonatos, até que ele me lançou um desafio, dizendo que queria me ver também nos palcos. Desde então, abracei esse sonho e não me arrependo de nada”, relatou.
