A Prefeitura de Salvador está no centro de uma polêmica envolvendo a oferta de transporte público gratuito durante o segundo turno das eleições. A coligação formada por PT, PCdoB e PV denunciou supostas tentativas de dificultar o deslocamento de eleitores e pediu providências contra integrantes da gestão municipal, incluindo o secretário de Mobilidade, Pablo Souza.
Em nota, a Prefeitura atribuiu os problemas na saída dos ônibus das garagens à atuação de militantes partidários e sindicalistas. Segundo a gestão municipal, o grupo teria colado adesivos nos veículos, o que, conforme a administração, configuraria propaganda eleitoral irregular.
Após analisar as denúncias, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) solicitou a prisão do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza.
O prefeito de Salvador, Bruno Reis, concedeu entrevista coletiva e afirmou que a atuação de grupos ligados a partidos políticos teria prejudicado a saída dos ônibus das garagens. O gestor também declarou que o município nunca deixou de disponibilizar transporte público gratuito nos dias de eleição.
O caso ocorre em meio a questionamentos sobre a oferta de transporte público na capital baiana durante a votação, com versões divergentes entre os denunciantes e a administração municipal.
